Darksiders
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Darksiders
(na minha opinião)Eu recomendo o game para aqueles que curtiram God of War.
Darksiders: Wrath of War, um jogo de ação na 3ª pessoa com elementos de combate, exploração e RPG, onde podemos explorar todo o mundo à nossa volta, não necessitando de seguir a história por caminhos impostos pelo jogo. A história passa-se no futuro, onde as forças do mal trouxeram a destruição ao nosso mundo. Assim, personificamos War, o primeiro cavaleiro do Apocalipse, numa missão de vingança.
Darksiders: Wrath of War, um jogo de ação na 3ª pessoa com elementos de combate, exploração e RPG, onde podemos explorar todo o mundo à nossa volta, não necessitando de seguir a história por caminhos impostos pelo jogo. A história passa-se no futuro, onde as forças do mal trouxeram a destruição ao nosso mundo. Assim, personificamos War, o primeiro cavaleiro do Apocalipse, numa missão de vingança.

Dé_CavalosCalvos- Moderador Geral

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Idade: 17
Instrumento que Toca: Contra Baixo
Data de inscrição: 13/08/2008
Re: Darksiders
Desenvolvedor:Vigil Games
Distribuidor:THQ
Gênero:Aventura
Lançamento:2009
Ação, enigmas e muita pancadaria épica!
Darksiders:
Wrath of War vem com uma promessa interessante de ação, enigmas, e o
conhecido estilo de batalhas nada sutil encontrado em jogos como God of
War e Devil May Cry; tudo muito bem ponderado. Além disso, uma boa dose
de busca massiva por itens e liberação de novas áreas deve estar
presente; bem ao estilo de jogos como Castlevania e Metroid.
Um mundo pós-apocalíptico (dessa vez não é uma analogia)
Comparações
à parte, é claro que Darksiders encerra uma quantidade interessante de
particularidades (não que a própria mistura não seja uma dessas
particularidades). A própria história é em si, se não é totalmente
original, é pelo menos bastante envolvente. Darksiders traz um universo
pós-apocalíptico onde anjos e demônios lutam pelo que sobrou do mundo.
Nesse contexto, o jogador assume o controle de War, um dos quatro
cavaleiros do apocalipse. Após uma breve imersão na realidade do jogo,
o que se percebe claramente é que não se trata de uma clássica batalha
entre bem e mal ou heróis e vilões. O próprio War é uma espécie de
“lobo solitário” que escolhe ficar em cima do muro, lutando única e
exclusivamente para recuperar os poderes que perdeu quando houve a
derrocada da humanidade, e não por algum motivo filantrópico ou algo
que o valha.
Como
pano de fundo para as batalhas épicas de Darksiders estão os restos de
uma cidade que, a julgar pelo estilo dos escombros, poderia muito bem
ser Londres ou outra cidade européia clássica. Algumas belas imagens
podem ser apreciadas nesse cenário, em especial graças a algumas belas
construções pré-renderizadas que enchem os horizontes do jogo. De
maneira geral, os desenvolvedores parecem ter sido muito bem sucedidos
na criação de uma atmosfera totalmente épica.
Violência Coadjuvante
Não
é condenável que, ao menos de início, se pense que Darksiders se trata
de mais um Final Fight moderno com centenas de inimigos, ataques épicos
e uma linha de história um tanto descartável. Muito longe disso. Não
obstante a temática propícia para muita ação e violência gratuita, o
jogo traz mesmo uma mistura bem interessante entre cenas de ação pura e
alguns momentos onde um pouco de sabedoria pode evitar uma pancadaria
iminente.
De fato, a
impressão que se tem é que Darksiders coloca a violência apenas como um
complemento. Toda a seqüência é permeada de momento em que se deve
tirar o cérebro do “stand by” para encontrar a solução de diversos
enigmas.
Não
obstante essa tendência, é claro que se pode esperar encontrar toda
espécie inimigos saídos diretamente dos pesadelos de alguém. Através
dos pitorescos cenários em ruínas, o que mais se vê é uma espécie de
mistura entre demônio e zumbi, embora exista também uma boa quantia de
mini-chefes. Nesses casos, vale mesmo a boa e velha pancadaria,
utilizando para isso não só metralhadoras e espadas, mas também
praticamente qualquer coisa que esteja à mão (como um automóvel, por
exemplo). Além disso, o jogo ainda permite que se utilize até mesmo o
inimigo como uma arma! Portanto, ter que cavalgar alguma criatura
improvável e gigantesca para promover uma hecatombe entre inimigos
menores não deve ser algo muito incomum.


Entretanto,
nos vários momentos em que War não estará enfrentando inimigos míticos,
a aventura se concentra mesmo na clássica exploração de masmorras. Em
diversos momentos o protagonista terá que encontrar um determinado item
que permitirá a entrada em algum local inicialmente inacessível, o que
quebra bastante a linearidade do jogo (ainda bem). Além disso, os
desenvolvedores ainda prometem que War será um personagem dinâmico,
crescendo (literalmente) e se desenvolvendo conforme a história de
desenrola.
Mesmo com
tudo o que foi mostrado até agora, certamente existem ainda muitos
jogadores com um pé atrás acreditando que Darksiders: Wrath of War será
apenas mais um jogo épico gerador de dedos calejados. Porém, ao que
tudo indica, não é muito arriscado afirmar que existirá um pouco mais
de substância e variedade.
Darksiders: Wrath of God ainda não possui data prevista para lançamento.[/size]
Distribuidor:THQ
Gênero:Aventura
Lançamento:2009
Ação, enigmas e muita pancadaria épica!
Darksiders:
Wrath of War vem com uma promessa interessante de ação, enigmas, e o
conhecido estilo de batalhas nada sutil encontrado em jogos como God of
War e Devil May Cry; tudo muito bem ponderado. Além disso, uma boa dose
de busca massiva por itens e liberação de novas áreas deve estar
presente; bem ao estilo de jogos como Castlevania e Metroid.
Um mundo pós-apocalíptico (dessa vez não é uma analogia)
Comparações
à parte, é claro que Darksiders encerra uma quantidade interessante de
particularidades (não que a própria mistura não seja uma dessas
particularidades). A própria história é em si, se não é totalmente
original, é pelo menos bastante envolvente. Darksiders traz um universo
pós-apocalíptico onde anjos e demônios lutam pelo que sobrou do mundo.
Nesse contexto, o jogador assume o controle de War, um dos quatro
cavaleiros do apocalipse. Após uma breve imersão na realidade do jogo,
o que se percebe claramente é que não se trata de uma clássica batalha
entre bem e mal ou heróis e vilões. O próprio War é uma espécie de
“lobo solitário” que escolhe ficar em cima do muro, lutando única e
exclusivamente para recuperar os poderes que perdeu quando houve a
derrocada da humanidade, e não por algum motivo filantrópico ou algo
que o valha.
Como
pano de fundo para as batalhas épicas de Darksiders estão os restos de
uma cidade que, a julgar pelo estilo dos escombros, poderia muito bem
ser Londres ou outra cidade européia clássica. Algumas belas imagens
podem ser apreciadas nesse cenário, em especial graças a algumas belas
construções pré-renderizadas que enchem os horizontes do jogo. De
maneira geral, os desenvolvedores parecem ter sido muito bem sucedidos
na criação de uma atmosfera totalmente épica.
Violência Coadjuvante
Não
é condenável que, ao menos de início, se pense que Darksiders se trata
de mais um Final Fight moderno com centenas de inimigos, ataques épicos
e uma linha de história um tanto descartável. Muito longe disso. Não
obstante a temática propícia para muita ação e violência gratuita, o
jogo traz mesmo uma mistura bem interessante entre cenas de ação pura e
alguns momentos onde um pouco de sabedoria pode evitar uma pancadaria
iminente.
De fato, a
impressão que se tem é que Darksiders coloca a violência apenas como um
complemento. Toda a seqüência é permeada de momento em que se deve
tirar o cérebro do “stand by” para encontrar a solução de diversos
enigmas.
Não
obstante essa tendência, é claro que se pode esperar encontrar toda
espécie inimigos saídos diretamente dos pesadelos de alguém. Através
dos pitorescos cenários em ruínas, o que mais se vê é uma espécie de
mistura entre demônio e zumbi, embora exista também uma boa quantia de
mini-chefes. Nesses casos, vale mesmo a boa e velha pancadaria,
utilizando para isso não só metralhadoras e espadas, mas também
praticamente qualquer coisa que esteja à mão (como um automóvel, por
exemplo). Além disso, o jogo ainda permite que se utilize até mesmo o
inimigo como uma arma! Portanto, ter que cavalgar alguma criatura
improvável e gigantesca para promover uma hecatombe entre inimigos
menores não deve ser algo muito incomum.


Entretanto,
nos vários momentos em que War não estará enfrentando inimigos míticos,
a aventura se concentra mesmo na clássica exploração de masmorras. Em
diversos momentos o protagonista terá que encontrar um determinado item
que permitirá a entrada em algum local inicialmente inacessível, o que
quebra bastante a linearidade do jogo (ainda bem). Além disso, os
desenvolvedores ainda prometem que War será um personagem dinâmico,
crescendo (literalmente) e se desenvolvendo conforme a história de
desenrola.
Mesmo com
tudo o que foi mostrado até agora, certamente existem ainda muitos
jogadores com um pé atrás acreditando que Darksiders: Wrath of War será
apenas mais um jogo épico gerador de dedos calejados. Porém, ao que
tudo indica, não é muito arriscado afirmar que existirá um pouco mais
de substância e variedade.
Darksiders: Wrath of God ainda não possui data prevista para lançamento.[/size]
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Em construção......... 

XandeGil- Administrador Geral

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